
Depois de ter fumado meu primeiro cigarro, como fumante Helena (caros, vejam aqui, que se trata de uma atriz emprestando seu corpo, sua alma e seus conceitos para uma personagem, pois que fique bem claro, não sou a favor de cigarro), me veio na cabeça idéias, pensamentos e etc e tal. Reflexões, prosas e poesias. Vontade de sair pela rua, recitando versos soltos para pessoas desconhecidas, e ao mesmo tempo para aqueles que estão em algum lugar, fazendo alguma coisa, esses acasos desconhecidos mais ao mesmo tempo tão intimos. Não precisa entender. Basta sentir o que estou me referindo.
O amor.
Pois então veio em minha cabeça nosso grande mestre, poeta da juventude dos anos 80, juventude que tenho pensado tanto ultimamente. Cazuza. E para ele o que seria a poesia e a prosa sem a palavra "amar". Amar é ser livre, é ter ideologia, é ser exagerado, afinal O tempo não pára, não pára não, não pára.
A loucura de artista não tem limite, no meu caso hoje, veio com um trago de cigarro.
Tenho um mês senhoras e senhores, não me perguntem para o quê, mas apenas tenho esse mês, assim como tenho os próximos. Mas sempre tem Um em especial. Esse mês eu quero! E como os Budistas sempre falam "O universo é o nosso melhor ouvido ".
Ouça meu bem, onde quer que você esteja:
Eu quero a sorte de um amor tranquilo, com sabor fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia é a gente que não vive
Transformar o tédio em melodia.
E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio
O mel e a ferida
E o corpo inteiro feito um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente, não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno anti-monotômia.
(Todo amor que houver nessa vida/ Barão Vermelho/Cazuza e Roberto Frejat)
Boa noite Meu amor.
Merda!
Gabi Gabriella.
Gabi Gabriella.
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